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BOAS LEITURAS!!!
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quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

“A Conspiração” de Dan Brown

Nº de páginas: 580 
Preço (Bertrand): 19,90€ 
Editora: Bertrand Editora 
Ano de lançamento: 2009 

“O Presidente Zachary Herney está a lutar por uma duríssima reeleição. O seu opositor, o Senador Sedgwick Sexton, é um homem com amigos poderosos e uma missão: privatizar a NASA e reduzir as suas despesas. 

Lutando para sobreviver a uma série de erros que ameaçam a sua imagem política, a NASA faz uma descoberta atordoadora: um estranho meteorito enterrado no Árctico. O Presidente é informado de que o objecto encontrado vai ter implicações determinantes no programa espacial americano. Contudo, dada a reputação vacilante da agência espacial norte-americana, será a descoberta válida ou não? 

Rachel Saxton, uma investigadora dos Serviços Secretos da Casa Branca, é destacada para confirmar a autenticidade do achado. Rachel tem como missão resumir relatórios complexos em notas de uma página. Neste caso o Presidente precisa dos seus dados antes da última declaração que fará ao povo americano e que será decisiva na sua reeleição. 

Acompanhada por uma equipa de especialistas, incluindo o carismático Michael Tolland, Rachel descobre o impensável: provas de um embuste científico, de uma cilada que ameaça mergulhar o mundo em controvérsia. Mas antes de conseguir contactar o Presidente, Rachel e Michael são vítimas de uma perseguição sem tréguas ao longo do Árctico, refugiam-se num submarino nuclear e acabam por ser aprisionados num pequeno barco na costa de New Jersey, enquanto a capital norte-americana ferve de expectativas relativamente a mais uma fraude científica e os ânimos se exaltam nas antecâmaras do poder no interior da ala esquerda. 

Aclamado pela mestria e genialidade com que relaciona História, Ciência e Política, Dan Brown destaca-se num novo romance em que nada é o que parece e ao virar de cada página nos espera uma fabulosa surpresa” 

O meu comentário: 

Com uma sinopse destas, praticamente não há mais nada a contar sobre a história em si, deixando todos os outros pormenores para quando desejarem se dedicarem a esta leitura. 
Dan Brown, desde «O Código Da Vinci», captou logo a minha atenção, proporcionando-me excelentes momentos de mistério e suspense através de diversos assuntos tabu ou que até mesmo desconhecia. 
Desta vez, a ciência e a política tiveram um papel central, sendo o leitor confrontado com diversos conhecimentos geológicos com que me deparei durante o meu percurso educativo, ficando impressionada tal como a protagonista com a descoberta e toda a verdade por detrás de tal achado. 
Contudo, ao contrário das outras obras, não estão presentes códigos e mensagens subtendidas, sendo unicamente uma correria pela vida, tentando, ao mesmo tempo, fazer chegar ao chefe máximo norte-americano a informação de que o dito meteorito não passa de uma grande mentira. 
Desse modo, não se trata, na minha opinião, de um dos melhores trabalhos do autor, preferindo aqueles protagonizados por Robert Landgon. Todavia, não deixa de ser uma boa maneira para revisitar uma escrita muito característica e um mundo completamente diferente do nosso dia-a-dia. 
Já posso dizer que fui a Washington, duas vezes!

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

“Fortaleza Digital” de Dan Brown

Nº de páginas: 443 
Preço (Bertrand): 19,90€ 
Editora: Bertrand Editora 
Ano de lançamento: 2007 

“Quando o ultra-secreto e invencível descriptador da NSA, o Crivo, se depara com uma mensagem criada por um «anjo caído» da própria agência, o director de operações recorre à brilhante criptografa Susan Fletcher e ao seu noivo, um professor de Literatura, para o ajudarem a desvendar o mistério. 
Qual será a natureza do terrível código que tomou a NSA como refém? E terá David Becker êxito na sua demanda por um misterioso anel? 
Apanhada numa vertiginosa rede de secretismos e mentiras, Susan tenta desesperadamente salvar a agência em que acredita e, mais tarde, a própria vida e a do homem que ama. 
Mas será essa a resposta para a segurança universal? 
Chegando o momento da verdade, «quem guardará os guardas»?” 

O meu comentário: 

Uma obra com um enredo e uma história muito interessante, mas que, infelizmente, fica um pouco atrás de outras obras como «O Código Da Vinci». 
Um mistério que não é tão cativante, centrando-se unicamente numa organização que guarda e protege os Estados Unidos, uma organização especializada em informática e criptologia que não vê meios para atingir os fins, acabando por se meterem numa grande embrulhada que pode expô-los ou desvendar todos os maiores segredos até aí desconhecidos (planos militares, programas de protecção de testemunhas…). 
Por outro lado, ao contrário das três obras que têm Langdon como protagonista, é sempre muito interessante ter a presença de uma mulher como protagonista e um verdadeiro casal romântico, sendo o leitor presenteado com essa parte que faltava nos outros livros. 
Agora é só espera pela oportunidade de ler o livro que me falta - «A Conspiração» - já que, de certo modo, estou a gostar imenso da escrita e das situações em que este autor nos coloca, é preciso ser um génio e dar-se ao trabalho de fazer muita pesquisa. 

“Quem guardará os guardas” 
Sátiras, Juvenal

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

“O Símbolo Perdido” de Dan Brown

Nº de páginas: 571
Preço (Bertrand): 24,95€
Editora: Bertrand Editora
Ano de lançamento: 2009

“Aquilo que se perdeu será encontrado…
Washington, D.C.: Robert Langdon, simbologista de Harvard, é convidado à última hora para dar uma palestra no Capitólio. Contudo, pouco depois da sua chegada, é descoberto no centro da Rotunda um estranho objecto com cinco símbolos bizarros. Robert Langdon reconhece-o: trata-se de um convite ancestral para um mundo perdido de saberes esotéricos e ocultos.
Quando Peter Solomon, eminente maçom e filantropo, é brutalmente raptado, Langdon compreende que só poderá salvar o seu mentor se aceitar o misterioso apelo.
Langdon vê-se rapidamente arrastado para aquilo que se encontra por detrás das fachadas da cidade mais poderosa da América: câmaras ocultas, templos e túneis. Tudo o que lhe era familiar se transforma num mundo sombrio e clandestino, habilmente escondido, onde segredos e revelações da Maçonaria o conduzem a uma única verdade, impossível e inconcebível.
Trama de histórias veladas, símbolos secretos e códigos enigmáticos, tecida com brilhantismo, «O Símbolo Perdido» é um thriller surpreendente e arrebatador que nos surpreende a cada página”

O meu comentário:

Infelizmente tudo tem de ter um término e a famosa trilogia protagonizada por Robert Langdon, da autoria de Dan Brown, não é uma excepção, acabando por obter o seu final com a obra «O Símbolo Perdido».
Depois de ter amado «O Código Da Vinci» e suspirado com «Anjos e Demónios» não foi muito difícil tomar a decisão de que deveria continuar a acompanhar o famoso simbologista nas suas aventuras. Assim, lá acabei por ter a oportunidade de trazer comigo para casa a continuação e o encerramento dessas duas obras.
Ao início, admito com muita sinceridade que não estava a gostar muito do livro achando-o muito aborrecido, sendo colocado num patamar muito inferior aos anteriores: as personagens escondiam muitos pormenores não nos deixando perceber a história, alguns temas abordados não eram do meu conhecimento ficando muito confusa, não entendia a razão de todo aquele aparato…
Porém, passando-se mais ou menos metade da obra, quando Katherine se junta a Langdon ajudando-o a decifrar a pirâmide o enredo dá uma volta de 180 graus – começa o verdadeiro mistério, cheio de anagramas, metáforas, alegorias, sendo o leitor transportado para outro tempo e outra dimensão, estando como que com as personagens ajudando-as a desvendar outros dos grandes mistérios da humanidade.
Não posso deixar de expressar o meu contentamento por uns dos códigos utilizados na obra ser do meu conhecimento, tendo sido muito fácil para mim entendê-lo, ficando logo totalmente radiante por finalmente ter descoberto algo digno de Robert Langdon. Depois de todos aqueles anagramas em «O Código Da Vinci» e afins que davam comigo em doida…
Antes de me despedir desejando-vos umas óptimas entradas em 2012 (que muitos dizem ser o final deste mundo e o início de uma nova era), vou só deixar a minha ordem de preferência referentemente a estas três obras que tanto me encantaram (do melhor para o pior): O Código Da Vinci – Anjos e Demónios – O Símbolo Perdido.
Já agora, não se esqueçam que no próximo ano vai começar a ser produzido o filme baseado nesta obra. Quem gostou dos anteriores já sabe…

“O segredo mais extraordinário e chocante é aquele que se esconde diante dos nossos olhos…”

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

“Anjos e Demónios” de Dan Brown

Nº de páginas: 582
Preço (Bertrand): 19,13€
Editora: Bertrand Editora
Ano de lançamento: 2005 (2ª edição)

“Depois do imenso sucesso alcançado por «O Código Da Vinci», a Bertrand apresenta um novo bestseller de Dan Brown, «Anjos e Demónios».

Quando um famoso cientista do CERN é encontrado brutalmente assassinado, o professor de simbologia Robert Langdon é chamado para identificar o estranho símbolo gravado no peito do cientista. A sua conclusão é avassaladora: a marca é de uma antiga Irmandade chamada Illuminatti, supostamente extinta há séculos e inimiga da Igreja Católica.
Em Roma, o Colégio dos Cardeais está reunido para eleger um novo Papa quando se apercebe de que foram raptados quatro cardeais; ao mesmo tempo a Guarda Suíça é informada de que uma perigosa arma está na Cidade do Vaticano com o propósito de a destruir. Robert Langdon, ajudado por Vittoria Vetra, cientista do CERN, procura desesperadamente a antimatéria no meio das intricadas pistas deixadas pelos Illuminatti, lutando contra o tempo para salvar o Vaticano”

O meu comentário:

Depois de ter ficado totalmente rendida com a obra «O Código Da Vinci», que, como já referi, é posterior a esta, não resisti em continuar a minha viagem pelos mistérios mais escondidos da Humanidade.
Apesar de já ter visualizado o filme baseado neste livro há um ano, achei a obra muito interessante ficando a conhecer alguns pormenores referentes aos Illuminatti e ao Caminho da Iluminação que totalmente desconhecia, ficando elucidada para um lado menos feliz desta irmandade secreta. Porém, acho que depois de ter percorrido as apaixonantes páginas da obra que nos conta o grande segredo de Maria Madalena, fiquei um pouco desiludida com «Anjos e Demónios» não me prendendo tanto ao início.
Todavia, para grande surpresa minha, o livro lá acabou por se afastar imenso do filme, havendo mesmo pontos desiguais que levaram a desfechos um pouco diferentes.
Entretanto, um facto que me deixou um pouco triste foi eu saber que o que estava a acontecer era antes da viagem de Langdon a França, já sabendo que entre ele e Vittoria, a cientista do CERN que em tudo é diferente da do filme, as coisas não iam resultar realmente, visto que eu gostei mesmo muito da rapariga, ficando totalmente deliciada com o romance presente no último capítulo.
Contudo, não achando esta obra tão interessante como a que li anteriormente, como já referi acima, acho que vale mesmo a pena ser lida. Também temos que perceber que esta se trata do primeiro trabalho do autor, sendo como uma espécie de treino que certamente irá levar a volumes cada vez mais complexos, reveladores e apaixonantes.
Antes de iniciar a leitura de «O Símbolo Perdido», prometendo-vos deixar posteriormente a minha opinião, faço-vos um apelo: apesar de não haver grandes linhas em comum entre «Anjos e Demónios» e «O Código Da Vinci», acho que não deviam lê-los ao contrário como eu fiz. Se quiserem ler esta colecção da autoria de Dan Brown, protagonizada por Robert Langdon, leiam pela verdadeira ordem em que foi publicada – «Anjos e Demónios», «O Código Da Vinci» e «O Símbolo Perdido».

“Uma antiga Irmandade secreta, uma nova e devastadora arma de destruição. Um alvo inimaginável”

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

“O Código Da Vinci” de Dan Brown

Nº de páginas: 536
Preço (Bertrand): 18,13€
Editora: Bertrand Editora
Ano de lançamento: 2004

“A Bertrand edita «O Código Da Vinci», um impressionante êxito mundial em que Dan Brown se revela um génio criativo não só a nível do suspense mas também da própria complexidade do enredo. «O Código Da Vinci» é uma obra simultaneamente vertiginosa, inteligente e intricadamente recheada de elementos científicos e de pormenores inesperados. Das primeiras páginas à imprevisível e surpreendente conclusão, Dan Brown, autor de outros best-sellers, prova ser um exímio contador de histórias.

Robert Langdon, conceituado simbologista de Harvard, está em Paris para fazer uma palestra quando recebe uma notícia inesperada: o velho curador do Louvre foi encontrado morto no museu, e um código indecifrável encontrado junto do cadáver. Na tentativa de decifrar o estranho código, Langdon e uma dotada criptologista francesa, Sophie Neveu, descobrem, estupefactos, uma série de pistas inscritas nas obras de Leonardo Da Vinci, que o pintor engenhosamente disfarçou.
Tudo se complica quando Langdon descobre uma surpreendente ligação: o falecido curador estava envolvido com o Priorado de Sião, uma sociedade secreta a que tinham pertencido Sir Isaac Newton, Botticelli, Victor Hugo e Da Vinci, entre outros”

O meu comentário:

Depois de há uns anos ter visualizado o filme intitulado «O Código Da Vinci», de um momento para o outro, surgiu-me um enorme bichinho que me levou a resgatar este livro da sua solitária estadia na biblioteca da minha escola, desfrutando das suas páginas, que me deixaram totalmente rendida e extasiada com o enredo.
Apesar de já conhecer a principal linha de acontecimentos da história, que nem é má retratada no filme, a leitura deste primeiro volume de Brown editado pela Bertrand Editora (que afinal é precursor a «Anjos e Demónios», tendo a editora trocado a ordem dos dois volumes), não se tornou nada aborrecido, sendo muito complicado conseguir interromper a leitura por diversos momentos, visto que a história torna-se tão aliciante que os leitores se perdem no enredo, não querendo parar as suas divagações, querendo sempre prosseguir na narrativa.
Sendo uma pessoa interessada em alguns assuntos históricos com um toque de mistério, acho o tema e a história por detrás da história totalmente interessante, não conseguindo perceber como o autor conseguiu contactar e chegar a algo muito rebuscado, que nos faz por em causa os ideais da religião Cristã, apoiando-se nalguns pormenores que até ao momento ninguém reparara.
A quem caberia na cabeça aquela análise tão pormenorizada do quadro «A Última Ceia» de Leonardo Da Vinci? E se formos mesmo analisar o quadro, os pormenores estão lá... Não é uma total invenção! O próprio autor, afirma nas notas que todos os factos referidos no livro são reais e não saíram da sua cabeça.
Outra coisa que fez com que ficasse totalmente perplexa foi com a capacidade de resolução de diversos anagramas… Como a partir da frase “So Dark The Con Of Man”, invertendo a ordem se chega a “Madonna Of The Rocks”, um famoso quadro de Da Vinci?
Como podem ver, fiquei mesmo encantada com este autor. Ele é mesmo um génio! Não é por nada que já vendeu muitos exemplares das suas 5 obras a nível mundial, sendo estas consideradas best-sellers.
Assim, sendo também o enredo escrito um pouco diferente no retratado no filme, visto que possui mais pormenores, não consigo resistir e lá vou ler os restantes livros onde Langdon, o famoso historiador, é a personagem principal, esperando que vocês também façam o mesmo.

“Uma verdade escondida durante séculos é finalmente revelada!”