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BOAS LEITURAS!!!
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segunda-feira, 23 de julho de 2012

“O Poder de Seis” de Pittacus Lore

Nº de páginas: 381
Preço (Bertrand): 15,90€
Editora: Editorial Presença
Colecção: Noites Claras
Ano de lançamento: 2012

“ «O Poder de Seis» é a sequela de «Sou o Número Quatro», que também integra a coleção Noites Claras. A ação retoma o ponto em que tinha ficado no livro anterior. Do grupo dos nove Garde que conseguiram escapar à destruição do planeta Lorien pelos Mogadorianos, restam apenas seis. Eles escondem-se, misturam-se com os humanos e evitam o contacto uns com os outros… só que os olhos dos Mogadorianos estão por toda a parte e escapar-lhes revela-se uma missão quase impossível. Mas, apesar dos seus Legados – os seus poderes – estarem a desenvolver-se, será que os Garde continuam a acreditar na sua missão? E terá a Número Seis, a rapariga com poderes inimagináveis, a força suficiente para reunir todo o grupo dos Garde? Ação e suspense garantidos neste novo livro de Pittacus Lore, que foi um bestseller do New York Times e do USA Today”

O meu comentário:

Depois de ter ficado cativada há um ano pelo primeiro volume desta colecção, agravando-se a situação com o visionamento do filme (o Alex Pettyfer não é perfeito? Ai, ai…), estava com um pouco de receio de já não achar muita piada a este novo volume, visto que tenho investido numa literatura mais adulta afastando-me dos trabalhos mais juvenis.
Todavia, a partir do momento em que comecei a ler este livro onde não só reencontramos personagens anteriormente conhecidas, como também descobrimos mais sobre Lorien e novos Garde, recomecei a entrar neste mundo, experienciando tudo o que me já me tinha esquecido, entrando totalmente na história, desesperando por saber o que estava para vir…
Também posso dizer que fiquei surpreendida com alguns factos que estava não estava à espera…
Primeiro, o facto de se estar sempre a mudar de pontos de vista e locais, como acontece muitas vezes com Christopher Paolini, costuma irritar-me profundamente, despertando-me um desejo de arrancar as páginas até a um novo reencontro, e isso acabou por não acontecer, levando a leitura corrida não havendo momentos de frustração pela acção estar a ser interrompida, compreendendo a pausa efectuada. Acho que isto também se deveu aos dois enredos serem igualmente interessantes não havendo preferência por nenhum.
Por outro lado, fiquei totalmente extasiada pela mudança que se ocorreu no meu espírito relativamente ao mundo amoroso de John. Depois de ter gostado tanto de Sarah no livro antecessor, nunca pensei que passasse a “detestá-la”, preferindo a Seis, e desejando acima de tudo que seja esta a ficar com o número Quatro, ainda por cima depois de descobrir que os seus pais eram os melhores amigos e diziam que eles ainda iam ficar juntos. Porém, o facto do Sam, um rapaz que ainda tem muito para nos mostrar, também ter sentimentos por Maren Elizabeth revela-se um pouco triste e complicado se isso acontecer, já que este e John são os melhores amigos…
Não me alongando mais e resumindo deixa aqui apontado que o livro vale a pena ser lido de uma ponta à outra, lidando o autor com algo que não é muito comum nos nossos dias girando todos os livros de ficção científica/fantasia juvenis à volta de vampiros, lobisomens, bruxas, fadas… não sendo muito explorado o lado de outros seres exteriores ao nosso planeta e que, algumas pessoas, acreditam existirem mesmo na realidade… Se quiserem desfrutar de um bom tempo na praia ou à sombra a ler um livro abstraindo-se do resto do mundo e, principalmente, se gostarem deste género literário, certamente irão achar uma boa escolha.
Boas leituras e boas férias! E já sabem, nada de apanhar escaldões… Eu sei que às vezes estar a pôr protector é muito aborrecido, principalmente se estivermos numa leitura muito interessante, mas tem de ser… Mais vale interrompermos no momento e controlarmos o tempo de exposição do que depois ficarmos que nem uma lagosta a queixarmo-nos de que nos dói tudo e que não temos posição para dormir ou mesmo para ler…

“Uma história de cortar a respiração que se lê de um fôlego. Portanto, preparem-se, fãs do género, o combate pela Terra começou!”
Amazon.com

quarta-feira, 6 de abril de 2011

"Sou o Número Quatro" de Pittacus Lore

Nº de páginas: 413
Preço (Bertrand): 16,90€
Editora: Editorial Presença
Colecção: Noites Claras
Ano de lançamento: 2011

“Numa pequena cidade no estado de Ohio, John Smith, de quinze anos, encontra pela primeira vez um verdadeiro amigo e uma rapariga por quem sente algo especial. Mas aquilo que é fonte de satisfação para qualquer adolescente típico pode revelar-se um desastre neste caso. É que John é um dos nove jovens que conseguiram abandonar o planeta Lorien antes de este ter sido destruído pelos Mogadorianos e, por esta razão, tem andado escondido toda a sua vida, mudando de identidade e de localização ao menor sinal de perigo. Agora John quer parar de fugir e enfrentar o seu destino. Os seus Legados – poderes extraordinários que lhe permitirão lutar contra os adversários – começam a manifestar-se e John tem todos os motivos do mundo para querer ficar e ter enfim uma vida normal. Mas estará ele à altura do desafio que se avizinha? E não será o preço a pagar demasiado alto? Sou o Número Quatro é um livro repleto de aventura, romance e acção cuja adaptação ao grande ecrã estreia em 2011”

O meu comentário:

Um típico interessante romance de aventura juvenil.
Um adolescente misterioso que apresenta uma identidade sobrenatural, como está agora em voga, que chega a um local novo com o intuito de esconder a sua verdadeira identidade. Aí, conhece a rapariga mais bela da escola por quem se apaixona, e tem problemas com o quarterback, que se trata do ex-namorado da sua amada.
Esta descrição não parece nada de especial e dá-nos a ideia da obra não nos tratar nada de diferente do que já estamos habituados.
Porém, John não se trata de um vampiro ou lobisomem, criaturas que agora andam por aí em voga. Ele é um extraterrestre proveniente de uma outra galáxia, sendo um dos poucos a conseguir escapar à destruição do seu planeta, Lorien, refugiando-se na Terra com o seu Cêpan, Henri.
Ao conseguirem refugiar-se noutro planeta com vida, os seus inimigos, os Morgadorianos, vêm atrás das nove crianças Garde para acabarem com as suas vidas, tal como tinha feito aos outros habitantes que não conseguiram escapar.
Todavia, para os matarem, devido a uma magia poderosa, estes só podem fazê-lo seguindo a ordem dos números que lhes foi atribuída.
Assim, no início do livro, assistimos à morte do número três, o que irá mudar a vida do nosso protagonista, que, sendo o número quatro, vê a sua vida em risco e acaba por partir para Paradise onde acaba por passar os melhores momentos da sua vida.
Nessa pequena cidade ele arranja uma namorada, Sarah, encontra finalmente alguém com quem pode falar abertamente sobre as suas origens e com quem arranja uma grande amizade, Sam, e descobre que um cão que se irá revelar importante no seu futuro.
Pelo meio ele assiste à chegada dos seus dois primeiros Legados – controlo da luz / resistência ao fogo e “telecinésia” – e enfrenta os seus inimigos pela primeira vez conseguindo sair vitorioso.
Contudo, a sua identidade irá ser descoberta e este terá de enfrentar uma grande batalha com o intuito de salvar a sua vida e a de todos aqueles que ama.
Uma história muito engraçada e fácil de se ler, que me chamou à atenção com a chegada do filme.
Um facto que temos de admitir é que muitas vezes nem ouvimos falar dos livros até que estes acabam por ir parar ao grande ecrã. Assim, eles acabam por receber muito publicidade e cativam maior parte das pessoas com quem contactamos…

“No início éramos um grupo de nove.
Três desapareceram, estão mortos.
Agora sobramos seis.
Eles estão a perseguir-nos e não vão parar até nos terem matado a todos.
Eu sou o Número Quatro.
Sei que sou o próximo”